A cor viva das bactérias

por thaís serafini

Biologia sintética, engenharia genética, arte e design em um projeto que prevê aplicações reais e a longo prazo: E.chromi da artista Daisy Ginsberg. Em 2009, com a parceria do designer James King e de sete estudantes de Biologia da Cambridge University o projeto criou uma bactéria capaz de detectar a concentração de poluentes na água e notificá-la ao expelir cores visíveis a olho nu. Apesar de o sotaque dos apresentadores não ser dos mais compreensíveis e não dispor de legendas, o vídeo a seguir explica visualmente o funcionamento da tal bactéria:

Entre os futuros possíveis usos desta tecnologia estariam a detecção de arsênico na água por meio de um dispositivo contendo a bactéria, a produção de pigmentos naturais para alimentos e têxteis, o monitoramento de doenças que se daria através da ingestão de um iogurte e, caso a pessoa estivesse infectada com algum tipo de bactéria (como vermes, salmonela ou rotavirus), seria avisada através da determinada cor das suas fezes (!!), e até uma fantasiosa hipótese de que o Google, em 2069, criaria um mapeamento da poluição do ar através das bactérias liberadas e que tingiriam as nuvens em sinal de aviso, caso a poluição estivesse alta naquele dia.

Porém, a responsável complementa: “A biologia sintética está prometendo mudar o mundo, desde combustíveis sustentáveis a bactérias exterminadoras de tumores. Mas pessoalmente eu sou cética quanto a como deveriamos usá-la – só porque conseguimos não quer dizer que devemos.”

via BrainPickings

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: