Objectified com atraso

por thaís serafini

É com uma certa vergonha que venho falar do documentário Objectified, pois depois de 3 anos do seu lançamento eu ainda não tinha assistido. Mesmo depois de indicações de colegas queridas, continuei deixando-o guardado na manga. Graças a uma nova indicação bem especial (e companhia, é claro) chegou neste sábado o meu momento de objetificar, aleluia!

 

 

Certamente vale a pena, não só pelo fato de ter as minhas duas wannabe preferidas (leia-se Rawsthorn e Antonelli). Pessoalmente, valeu o “atraso” de assistir só agora por dois motivos: 1. entender o quanto a experiência de ter vivido na Milão-capital-do-design me deu a oportunidade de estar pertinho de tanta coisa importante e 2. analisar o quanto dos nomes ali apresentados, das tendências e produtos perdurou por esses 3 anos seguintes, quem continuou evoluindo, quem continuou no conceito e quem continua a se destacar no cenário mundial.

Então, fica a dica (dicas?): Objectified de Gary Hustwit, para ver e rever, e a tal lista de 12 documentários de arte e design.

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