A casa delirante

por thaís serafini

O conceito de smart está cada vez mais presente e, ironicamente, vem significando cada vez “menos”. Partindo da curiosidade ao redor deste tema, no contexto da casa, alunos da ECAL/University of Art and Design Lausanne reinterpretaram o que seria uma smart home. No Salão do Móvel, o projeto ganhou com o Milano Design Award como melhor exposição da semana com a sua “Delirious Home”.

Segundo os cabeças do projeto, Alain Bellet e Chris Kabel, “Com Delirious Home, os estudantes nos ensinam a tomar o controle das últimas técnicas e aparelhos que nós pensávamos nos controlar. Os estudantes demonstraram maestria artística de eletrônicos, mecânica e interações, desenvolvendo um novo tipo de estética que vai além da abordagem formal apenas.”

Alguns exemplos: cactus hipersensíveis que gostam de ser tocados, uma série de cúpulas para comida que emitem melodias quando abertos, um relógio que imita os gestos da pessoa, um ventilador que amplia a capacidade de fôlego e uma colher que segue a xícara em qualquer lugar.

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O que seria uma casa esperta e inteligente? É mais inteligente ser prático ou ser saudável? Ser tecnológico ou confortável? Como iremos nos relacionar com os objetos que teremos em casa nos próximos anos? São questionamentos essenciais para quem pensa e pratica design mas estão longe de serem respondidos. A experimentação e o bom humor, porém, parecem caminhos prováveis para chegarmos lá.

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Mais informações e descrições aqui.

 

 

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