Como serão os nossos móveis em 2020?

por thaís serafini

Quem faz a leitura da bola de cristal para responder a pergunta é Marcus Engman, chefe de design da IKEA na Suécia. Brincadeiras à parte, a gente sabe que a IKEA se esforça pra estar sempre lançando propostas interessantes e conectadas com diferentes estilos de vida (principalmente dos mais jovens).

Segundo Engman, em alguns anos o mobiliário será…

1. Fluido | Com a constante urbanização da população, a previsão é de que as pessoas vivam em espaços cada vez menores. A sala vira quarto, que vira escritório, o sofá vira cama, a cozinha vira sala e assim por diante… Por isso, os móveis deverão ser fluidos para se adaptar!

2. Multiuso | Com espaços menores, as pessoas terão menos móveis, que por sua vez terão que servir para vários fins. O chefe de design brinca: “É possível que o banquinho se torne um dos principais móveis da casa, porque ele pode fazer tanta coisa!”

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3. Expositor | O hábito de armazenar muitas coisas está com os dias contados. Com menos espaço e menos móveis, teremos menos coisas para guardar. E muito do que guardávamos há algumas décadas virou virtual e sequer ocupa espaço, como livros, DVDs, etc. Porém, há uma tendência de que as pessoas queiram expor os itens que colecionam e que guardam em casa. “Colecionar objetos é uma maneira de mostrar quem somos”, portanto vamos pensar mais em vidro e estantes do que em gavetas e armários.

4. Mais inteligente | A própria IKEA já lançou uma linha de móveis que carregam gadgets eletrônicos sem usar fios. Isso não quer dizer que o mobiliário será sempre mais e mais digital, mas é preciso pensar no uso e na influência dos gadgets no novo estilo de vida das pessoas.

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5. Menos volumoso | Os móveis flat-plack já são realidade na IKEA e em outras empresas, que entenderam que vender móveis desmontados de maneira inteligente diminui custos e facilita o transporte.

6. Personalizado | A grande sacada será conseguir personalizar produtos feitos em escala. O desafio é grande para os fabricantes mas eis um ponto crucial.

7. Texturizado | “As pessoas estão cansadas de tocar em telas touch o tempo todo”, conclui Engman, que aposta em tecidos de toque estranho para ativar a sensibilidade e causar sensações novas nas pessoas.

Muitas dessas tendências a gente já percebe em casa, nas coisas que escolhemos, em como as usamos para expressar nossa personalidade e se adaptar ao nosso estilo de vida. Pessoalmente, acho que o panorama lançado pela IKEA nestes pontos parece bem promissor :)

via Fastcodesign

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