Posts tagged ‘#vidro’

setembro 13, 2011

restos de Murano nas mãos dos Campana

por thaís serafini

Infelizmente quando só nos resta acompanhar um evento através de outras mídias, o que acontece é isso: informação levemente ‘atrasada’ do Salone del Mobile desse ano. Os sites, revistas e blogs escolheram o que publicar e, por mais que a pesquisa aqui desse lado do oceano tenha sido intensa e apaixonada, acabou fugindo do meu alcance essa peça interessante. A Fontana Rivivo é obra dos irmãos Campana, feita de refugos de vidro de Murano, em comemoração aos 90 anos da marca italiana Venini.

 

 

setembro 12, 2011

Light my day

por thaís serafini

Ando especialmente interessada em produtos com vidro, e nem sei o porquê… Mas peças simples e bonitas como estas, que tem como inspiração um jantar à luz de velas e um pôr-do-sol de verão, nem precisam de muitas explicações para ganhar elogio. Projeto Fioriness de Laurent Corio.

 

 

 

 

via

julho 26, 2011

Glasstress

por thaís serafini

Evento paralelo à Bienal de Veneza (alguns de seus destaques apareceram aqui e aqui, lembra?), a Glasstress está em sua segunda edição e tem o vidro como elemento principal, e consequentemente sua utilização na arte contemporânea. Apresentando de junho a novembro os trabalhos de 60 artistas, designers e arquitetos renomados, pretende afirmar o vidro como símbolo contraditório de modernidade e de antiguidade ao mesmo tempo.

Originalmente um material nobre usado para propósitos funcionais, através dos séculos, o vidro teve que exercer grande pressão e gastar enormes esforços para se libertar dos clichés que o aprisionaram e relegaram seus usos a contextos limitados.

Belas palavras renderam belos resultados, alguns escolhidos nas imagens a seguir (na ordem,  projetos de Jaime Hayon, Atelier Van Lieshout, Charlotte Gyllenhammar, Patricia Urquiola).

 

glassstress_2011_jaime_hayon_

 

glassstress_2011_atelier_von_lieshout

 

glassstress_2011_charlotte_gyllenhammar

 

glassstress_2011_patricia_urquiola

 

 

 

junho 3, 2011

O vidro que já se viu, revisto.

por thaís serafini

Nada se cria, tudo se transforma. Somos todos o resultado de muitas cópias e de readaptações contínuas dos nossos influenciadores. Torna-se necessário, portanto, reinventar para conseguir ver de novo o que já é conhecido, pois como Huxley dizia: “A familiaridade traz consigo a indiferença.”

Déja-Vu por Antonio Cos em Via Confettora 17, via Big Ben